quinta-feira, 8 de abril de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
Do trabalho de campo à situação social
Na primeira aula do curso Rituais e Dramas Sociais, a discussão teve como eixo a tradição Britânica na antropologia social. A discussão foi desde os primeiros trabalhos de campo até a estratêgia de apresentar os dados a partir de uma situação social, para analisar o antes, o depois, o contexto dessa situação descrita.
Segue a apresentação da aula
Do trabalho de campo à situação social
Segue a apresentação da aula
Do trabalho de campo à situação social
quinta-feira, 11 de março de 2010
Rituais e Dramas Sociais
Novo semestre e novas disciplinas. Ao longo deste semestre o site será alimentado com o material da disciplina que estou ofertando neste semestre. RITUAIS E DRAMAS SOCIAIS, muito Victor Turner, performance e aprofundar discussões que iniciamos na disciplina Método Etnográfico. Esta é uma disciplina do Mestrado e colocaremos as apresentações dos seminários. Segue o link para o programa.
Rituais e Dramas Sociais (programa)
Programa Rituais e Dramas Sociais
Rituais e Dramas Sociais (programa)
Programa Rituais e Dramas Sociais
segunda-feira, 8 de março de 2010
I MOVE
Estão abertas, até o dia 1 de Abril as inscrições para o I MOVE
Inscrições e maiores informações no link
http://www.cienciassociais.ufg.br/move/
Segue o Folder do evento
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Jean Rouch, a ficção etnográfica e a verdade no cinema
Jean Rouch, a ficção etnográfica e a verdade no cinema
Rouch, Jean, 1965, Petit à Petit, 16/35 mm, couleur, 90 minutes Production/Distribution : Les Films de la Pléiade Coproduction : CNRS Niger, CFE
Ribeiro, José da Silva, 2007. “Jean Rouch, Filme etnográfico e Antropologia Visual”. Doc On-line, n.03, dezembro.
Link
Lições de Rouch. Filme realizado por Carmen Rial e Miriam Grossi. NAVI - UFSC
Rouch, Jean, 1965, Petit à Petit, 16/35 mm, couleur, 90 minutes Production/Distribution : Les Films de la Pléiade Coproduction : CNRS Niger, CFE
Ribeiro, José da Silva, 2007. “Jean Rouch, Filme etnográfico e Antropologia Visual”. Doc On-line, n.03, dezembro.
Link
Lições de Rouch. Filme realizado por Carmen Rial e Miriam Grossi. NAVI - UFSC
Lições de Rouch from Izomar Lacerda on Vimeo.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Jean Rouch, O filme etnográfico e a exploração do simbólico
Jean Rouch, 1959. Moi un noir , 16/35 mm, couleur, 73 minutes Production : Les Films de la Pléiade
Zoetl, Peter Anton, 2009. “Braços cortados. O Realismo Fílmico e a Antropologia Visual”. Iluminarias, Revista Eletrônica do Banco de Imagens e Efeitos Visuais. Vol 10, nro 23
Link
Zoetl, Peter Anton, 2009. “Braços cortados. O Realismo Fílmico e a Antropologia Visual”. Iluminarias, Revista Eletrônica do Banco de Imagens e Efeitos Visuais. Vol 10, nro 23
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Jean Rouch, camera transe e surrealismo
Rouch, Jean,1955, Les Maîtres Fous 16/35 mm, couleur, 30 minutes Production/Distribution : Les Films de la Pléiade
Stoller, Paul, 1994. "Artaud, Rouch, and the cinema of cruelty". In: Taylor Lucien (ed.) Visualizing Theory. Selected essays from V.A.R. 1990-1994. New York, London: Routledge.
Link
Sztutman, Renato, 2005. “Imagens Perigosas: a possessão e a gênese do cinema de Jean Rouch”, in Cadernos de Campo nro 13 pp 115- 124
Link
Les Tambours D'avant (Tourou & Bitti) - Jean Rouch
famoso filme do plano seqûencia onde a possessão acontece frente à câmera de Jean Rouch, depois de dois dias de ritual.
Stoller, Paul, 1994. "Artaud, Rouch, and the cinema of cruelty". In: Taylor Lucien (ed.) Visualizing Theory. Selected essays from V.A.R. 1990-1994. New York, London: Routledge.
Link
Sztutman, Renato, 2005. “Imagens Perigosas: a possessão e a gênese do cinema de Jean Rouch”, in Cadernos de Campo nro 13 pp 115- 124
Link
Les Tambours D'avant (Tourou & Bitti) - Jean Rouch
famoso filme do plano seqûencia onde a possessão acontece frente à câmera de Jean Rouch, depois de dois dias de ritual.
Jean Rouch- Les Tambours D'avant Tourou & Bitti from zazie on Vimeo.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Jean Rouch, Antropologia compartilhada
Jean Rouch, 1965, La chasse au Lion à l´arc, 16/35 mm, couleur, 80 minutes Production : Les Films de la Pléiade
Colleyn, Jean-Paul “Entrevista. Jean Rouch, 54 anos sem tripé” Cadernos de Antropologia e Imagem . Rio de Janeiro: NAI/UERJ Nro 1 : 65-74
Link
Outro filme de Jean Rouch, Chasse à L´Hippopotame. Bataille Sur le Grand Fleuve, a caça ao hipopótamo no Niger, com direito aos Haukas.
Colleyn, Jean-Paul “Entrevista. Jean Rouch, 54 anos sem tripé” Cadernos de Antropologia e Imagem . Rio de Janeiro: NAI/UERJ Nro 1 : 65-74
Link
Outro filme de Jean Rouch, Chasse à L´Hippopotame. Bataille Sur le Grand Fleuve, a caça ao hipopótamo no Niger, com direito aos Haukas.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Nanoock de Flaherty. Filmagem compartilhada e narrativa
Flaherty, Nanook of the North (1922)
Williams Deane, “Robert Flaherty”, Senses of Cinema.
Link
Heider, Karl, 1995. “Uma história do filme etnográfico”. In: Cadernos de Antropologia e Imagem. Rio de Janeiro: NAI/UERJ (1)/31-55
Link
Loizos Peter, “A inovação no Filme etnográfico (1955-1985)” Cadernos de Antropologia e Imagem. Rio de Janeiro: NAI/UERJ Nro 1 : 55- 64
Link
Flaherty, Robert [1922] “How I Filmed Nanook of the North”
Link
Williams Deane, “Robert Flaherty”, Senses of Cinema.
Link
Heider, Karl, 1995. “Uma história do filme etnográfico”. In: Cadernos de Antropologia e Imagem. Rio de Janeiro: NAI/UERJ (1)/31-55
Link
Loizos Peter, “A inovação no Filme etnográfico (1955-1985)” Cadernos de Antropologia e Imagem. Rio de Janeiro: NAI/UERJ Nro 1 : 55- 64
Link
Flaherty, Robert [1922] “How I Filmed Nanook of the North”
Link
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Vertov
Vertov, Dziga. Kino-Glaz (1924).
Segue o link para o post de Vertov no blog do NEPAA. Olhem o link para os Manifestos no final do post.
Vertov
Segue o Link para a resenha de Cornelia Ekert sobre o livro de Marc Piault
Eckert, Cornelia, 2001. Resenha. “PIAULT, Marc Henri. Anthropologie et cinéma. Paris: Editions Nathan/HER, 2000. 285 p.” Horiz. antropol. vol.7 no.16 Porto Alegre Dec. 2001
Segue o link para o post de Vertov no blog do NEPAA. Olhem o link para os Manifestos no final do post.
Vertov
Segue o Link para a resenha de Cornelia Ekert sobre o livro de Marc Piault
Eckert, Cornelia, 2001. Resenha. “PIAULT, Marc Henri. Anthropologie et cinéma. Paris: Editions Nathan/HER, 2000. 285 p.” Horiz. antropol. vol.7 no.16 Porto Alegre Dec. 2001
Mais informações sobre Vertov no site Senses of Cinema
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
O filme etnográfico a fotografia e a antropologia visual
Textos a serem discutidos na abordagem da história da antropologia e da dos registros visuais, fotografia e filmes.
Pinei, C. 1996. “A história paralela da Antropologia e da fotografia”. In: Cadernos de Antropologia e Imagem. N 2 pp 29-52 Rio de Janeiro: NAI/UERJ
Link para o texto
Filmes realizados por Alfred Cort Haddon durante a Expedição de Cambridge ao Estreito de Torres.
Link para os filmes
Material de sala de aula sobre Haddon
Link para o post
Arquivo com as fotografias de Malinowski (estão no subdiretório 3)
Link para o post
Arquivo com as fotografia de Evans-Pritchard (link no final do post)
Link para o post
Link para fragmento do filme In The Land of the Head Hunters: Ceremonial of Yaklus no YouTube
Jordan, Pierre, 1995. "Primeiros contatos, primeiros olhares ". In: Cadernos de Antropologia e Imagem n. 1 .p. 55-64. Rio de Janeiro: NAI/UERJ
Link para o texto
Filmes realizados por Alfred Cort Haddon durante a Expedição de Cambridge ao Estreito de Torres.
Link para os filmes
Material de sala de aula sobre Haddon
Link para o post
Arquivo com as fotografias de Malinowski (estão no subdiretório 3)
Link para o post
Arquivo com as fotografia de Evans-Pritchard (link no final do post)
Link para o post
Link para fragmento do filme In The Land of the Head Hunters: Ceremonial of Yaklus no YouTube
Antropologia Visual - curso de verão
Prezados leitores e alunos, neste mês de janeiro estarei ofertando o curso de Antropologia Visual como Método. O seja continuamos com o método etnográfico a partir da antropologia visual, com uma perspectiva Rouchiana. Este curso intensivo tem com o propósito capacitar aos alunos e realizar, como trabalho final uma série de vídeos a serem apresentados no I MOVE. A continuação o programa da disciplina. Feliz 2010!!!
Programa de Antropologia Visual como Método.
Programa de Antropologia Visual como Método.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
27a Reunião Brasileira de Antropologia (RBA) – Belém - CULTURA, IDENTIDADE E TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS ENTRE FRONTEIRAS
Convocatória de resumos para o Grupo de Trabalho:
CULTURA, IDENTIDADE E TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS ENTRE FRONTEIRAS
Brasil Plural: Conhecimentos, Saberes Tradicionais e Direitos à Diversidade
01 a 04 de agosto de 2010, Belém - PA
COORDENADORES: CRISTHIAN TEOFILO DA SILVA E GABRIEL OMAR ALVAREZ
DEBATEDORA: MIREYA SUÁREZ
Proposta:O grupo de trabalho promoverá a discussão comparada e interdisciplinar de resultados de pesquisa sobre relações interétnicas, interculturais, interregionais, internacionais e interestatais a partir das fronteiras, imaginadas ou concretas, do continente americano. Temas relacionados à identidade, etnicidade e nacionalidade serão considerados à luz de práticas identitárias que assumem diversas formas de expressão como estratégias de acomodação ou transformação social, por exemplo: mimetização, intercasamentos, manipulação de identidades, resistência cultural, luta por reconhecimento, mobilização política, conflito, violência etc. Os trabalhos deverão partir do uso das fronteiras como noção para representar o caráter dinâmico de limites simbolicamente produzidos e mantidos entre identidades, ideologias, culturas, cosmologias e temporalidades; ou como lugares concretos de contato, mistura ou diferenciação entre grupos étnicos, estados nacionais, frentes de expansão, blocos econômicos, áreas culturais, ambientes naturais, paisagens etc. O GT compreenderá a "fronteira" como uma categoria analítica para a elucidação de dicotomias operativas de ordenamento, reordenamento e transformação social de culturas e identidades no mundo contemporâneo e como uma categoria do pensamento, que se manifesta de fromas diferentes nos diversos grupos.
O resumo contendo:
1) Título da apresentação
2) Nome do autor, da autora ou dos autores
3) Instituição do autor, da autora ou dos autores. Também será aceita a auto-identificação como "pesquisador independente"
4) E-mail para contato
5) Resumo da comunicação entre 300 e 400 palavras, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento simples
6) Informar se é: Associado da ABA ou se é orientado por Associado da ABA (com nome do orientador)
O resumo deverá ser enviado para: cteofilodasilva@gmail.
Obs: O formato dos resumos poderão ser adequados às indicações da Comissão Organizadora da 27ª RBA. As orientações acima visam apenas acelerar o processo de divulgação do GT, de modo a viabilizar o planejamento e participação do maior número de interessados.
A inclusão dos Grupos de Trabalho na programação final dependerá do número de trabalhos inscritos e selecionados para compor sua programação. Os GTs ocorrerão em no máximo três sessões, com cinco apresentações orais por sessão, totalizando 15 propostas. Os Gts que trabalham com temáticas emergentes, que não atinjam número suficiente de participantes para funcionar como um GT, poderão – a critério da diretoria da ABA - ser transformados em Fóruns de Pesquisa, devendo ter apenas uma sessão com apresentação de até cinco trabalhos. Para o GT, os estudantes de graduação podem apresentar trabalhos em formato de painéis que serão expostos na sala dos grupos em número de até cinco painéis.
A inscrição de resumos de apresentação oral e painel nos Grupos de Trabalho será aberta, posteriormente, e informada pelo site daABA e informativo eletrônico. Os associados da ABA terão prioridade na seleção de trabalhos para os GTs, que deverão ser compostos por, no mínimo, 80% de associados com apresentações orais. A mesma proporção se aplica ao percentual de orientandos de associados na apresentação de paíneis. Para se filiar à ABA, acesse o link “Associe-se” do site www.abant.org.br.
Contamos com a colaboração de todos.
Cristhian Teofilo da Silva
Gabriel Omar Alvarez
Mireya Suárez
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Antropologia Visual
Acaba-se o semestre. Agradeço aos alunos e aos leitores do blog dispersos pelo mundo. A última unidade do curso Método Etnográfico é sobre Antropologia Visual. Segue o link para o texto a ser discutido na aula da terça "Tradição, Política e o Vídeo como Metodologia". Tratá-se do último capítulo do livro Satereria: Tradição e Política (Manaus: Valer). No mesmo discuto o vídeo na pesquisa participante e assinalo seu papel numa antropologia reflexiva, que incorpora as reflexões geradas pela apresentação dos materiais em vídeo ao grupo.
Alvarez, Gabriel, 2009. "Tradição Política e o Vídeo como Metodologia" in Satereria Tradição e Política Sateré-Mawé. Manaus: Valer Editora
Finalizamos o semestre na UFG e agradeço os mais de 660 acessos, dos alunos e dos leitores ao longo do cyberespaço.
Alvarez, Gabriel, 2009. "Tradição Política e o Vídeo como Metodologia" in Satereria Tradição e Política Sateré-Mawé. Manaus: Valer Editora
Finalizamos o semestre na UFG e agradeço os mais de 660 acessos, dos alunos e dos leitores ao longo do cyberespaço.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Xamanismo, alucinogenos e perspectivismo: Carlos Castaneda e Eduardo Viveiros de Castro
No nosso último encontro com a turma de antropologia da saúde discutiremos o xamanismo, forma tradicional de cura em diversas culturas, da Sibéria ao Amazonas, com escala no México. Compreender o xamanismo implica levar a serio a cosmologia tradicional dos diversos grupo. Um universo não ocidental, onde a relação entre natureza e cultura se apresenta de forma complexa, e inclui uma outra dimensão, os seres não humanos. Os alucinógenos se apresentam como médio tradicional para aceder a outro ponto de vista, para transformar o xamã, segmentar a consciência e interagir eficazmente com os seres não-humanos.
Abordaremos dois autores. Carlos Castaneda, um antropólogo maldito que se transformou em best-seller e driblou papparazis. Outro Viveiros de Castro, com seu Perspectivismo Amazônico que explora a subjetividade indígena, ontologicamente diferente.
Link com os textos para a aula
Carlos Castaneda, A Erva do Diabo, Record: Rio de Janeiro
A versão em espanhol está melor escaneada
Las enseñansas de Don Juan
Documentário da BBC sobre Carlos Castaneda
Acerca do xamanismo no Amazonas e o perspectivismo indígena
Viveiros de Castro, 2002. "Perspectivismo e multinaturalismo na América Indígena", A inconstância da alma Selvagem, São Paulo: Cosac & Naif .
Para finalizar um texto de Manuela Carneira da Cunha
Carneiro da Cunha, Manuela, 1998. "Pontos de vista sobre a Floresta Amazônica: xamanismo e tradução" in Mana, 4 (1): 7-22.
Abordaremos dois autores. Carlos Castaneda, um antropólogo maldito que se transformou em best-seller e driblou papparazis. Outro Viveiros de Castro, com seu Perspectivismo Amazônico que explora a subjetividade indígena, ontologicamente diferente.
Link com os textos para a aula
Carlos Castaneda, A Erva do Diabo, Record: Rio de Janeiro
A versão em espanhol está melor escaneada
Las enseñansas de Don Juan
Documentário da BBC sobre Carlos Castaneda
Acerca do xamanismo no Amazonas e o perspectivismo indígena
Viveiros de Castro, 2002. "Perspectivismo e multinaturalismo na América Indígena", A inconstância da alma Selvagem, São Paulo: Cosac & Naif .
Para finalizar um texto de Manuela Carneira da Cunha
Carneiro da Cunha, Manuela, 1998. "Pontos de vista sobre a Floresta Amazônica: xamanismo e tradução" in Mana, 4 (1): 7-22.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Mercosul Ritual
Na aula de hoje será discutido o artigo Espaço Público Ritual do Mercosul. Uma síntese da minha tese de doutoramento, produto das minhas preocupações com a regionalização e em diálogo com os trabalhos de Gustavo Lins Ribeiro sobre globalização. As hipótese que orientaram esta pesquisa multilocal foram que para entender o Mercosul tinha que centrar minha etnografia nos ideólogos do processo de integração: políticos e diplomatas. O Mercosul, foi hipoteticamente concebido como um espaço público, no sentido habermassiano do termo. A pesquisa empírica mostrou que os rituais, um poderoso aparelho comunicacional banhava de sentido o espaço comunicacional.
Mercosul Ritual
Como bibliografia complementar agrego os links para a dissertação de Mestrado onde problematizo o Mercosul como um discurso de verdade, numa perspectiva Foucaultiana e a tese de doutorado na integra.
ALVAREZ, Gabriel Omar. Los Límites de lo Transnacional: brasil y Mercosur. Una aproximación antropológica a los procesos de integración. 1996.
Alvarez, Gabriel Omar, 2000. Mercosul Ritual. Tese de Doutorado. PPGAS/DAN/ICS/UnB.
Alvarez, Gabriel O. 2002. “Espaço público ritual do Mercosul”. In: Alejandro Frigerio; Gustavo Lins Ribeiro . (Org.). Argentinos e Brasileiros. Encontros, imagens e estereótipos. Rio de Janeiro: Petrópolis, p. 135-160.
Mercosul Ritual
Como bibliografia complementar agrego os links para a dissertação de Mestrado onde problematizo o Mercosul como um discurso de verdade, numa perspectiva Foucaultiana e a tese de doutorado na integra.
ALVAREZ, Gabriel Omar. Los Límites de lo Transnacional: brasil y Mercosur. Una aproximación antropológica a los procesos de integración. 1996.
Alvarez, Gabriel Omar, 2000. Mercosul Ritual. Tese de Doutorado. PPGAS/DAN/ICS/UnB.
Eric Wolf e Gustavo Lins Ribeiro
Nas últimas aulas de O Método Etnográfico trabalhamos trabalhamos as abordagens desenvolvidad por Eric Wolf e por Gustavo Lins Ribeiro. Wolf, com seu aporte teórico de influencia marxiana e suas preocupações com a questão nacional, a questão camponesa, e a expansão do capital fixando povos a territórios num sistema mundial segmentado etnicamente e hierarquicamente ordenado. Do Gustavo discutimos três textos que representam momentos diferentes do seu percurso acadêmico. Um deles, "bichos de obra" focaliza nos habitantes dos grandes projetos como uma população transnacional e o efeitos esta dimensão sobre as identidades, a fragmentação e posta em xeque da lógica das identidades. No trabalho "a condição da transnacionalidade" apresenta as mudanças estruturais que permitiram a configuração atual da transnacionalidade, uma aprenssão de um fenômeno desterritorializado que condiciona a sociedade contemporânea. Em Post-imperialismos, um texto que remonta o comopolitismo aos gregos a assinala a existencia histórica de diversas cosmopolíticas. O trabalho assinala uma globalização de mão dupla, por um lado das elites do imperio e por outro uma globalização popular, criada por marinheiros, comerciantes e prostitutas.
Seguem alguns links para trabalhos on-line de Gustavo Lins Ribeiro, inclussive uma entrevista com Eric Wolf
RIBEIRO, Gustavo Lins. Ambientalismo e Desenvolvimento Sustentado. Nova Ideologia/Utopia do Desenvolvimento, 1992. Republicado em Ciência da Informação 21(1): 23-31, jan/abr, 1992. Também emCaderno de Pesquisa do ISER, Rio de Janeiro, 1993.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Ser e Não Ser. Explorando Fragmentos e Paradoxos das Fronteiras da Cultura, 1993. Republicado In Cláudia Fonseca (org.), Fronteiras da Cultura. Horizontes e Territórios da Antropologia na América Latina, pp. 9-21, Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 1993.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Imobilização e Dispersão da Força de Trabalho. Considerações sobre os modos de expansão concentrada e difusa. 1994. Republicado em Revista Humanidades, Vol. 41, pp. 24-31. Brasília: EDUnB, 1997. Também em A Questão Energética na Amazônia, pp. 349-359. Belém: UFPa, 1996.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Internet e a Emergência da Comunidade Imaginada Transnacional. 1995. Republicado em Revista Sociedade e Estado, vol. 10, pp. 181-191. Brasília: Departamento de Sociologia da UnB, 1995. Republicado em Anais do 6º Colóquio UERJ - Intersecções: A Materialidade da Comunicação, pp. 119-133, Rio de Janeiro: Imago/EDUERJ, 1998.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Globalización y Transnacionalización: Perspectivas Antropologicas y Latinoamericanas. 1996. Republicado em Maguare - Revista del Departamento de Antropologia, Vol. 11-12, pp. 41-57. Santa Fé de Bogotá: Imprenta Universidad Nacional de Colombia, 1996.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Cultura, Ideologia, Poder e o Futuro da Antropologia. Conversando com Eric R. Wolf. 1997. Republicado em Mana (4):1, pp. 153-163. Rio de Janeiro: UFRJ, 1998.
RIBEIRO, Gustavo Lins. A Condição da Transnacionalidade. 1997. Republicado em Revista Brasiliense de Políticas Comparadas, Vol. III n. 1, pp. 117-146, 1999.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Tecnotopia versus Tecnofobia. O Mal-Estar no Século XXI. 1999. Republicado emHumanidades, Vol. 45, pp. 76-87. Brasília: EDUnB, 1999.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Post-Imperialismo. Para una discusión después del post-colonialismo y del multiculturalismo. 2000. Republicado em Daniel Mato (Org.) Estudios Latinoamericanos sobre Cultura y Transformaciones Sociales en Tiempos de Globalización. Buenos Aires: CLACSO, 2001.
RIBEIRO, Gustavo Lins e FELDMAN-BIANCO, Bela. Antropologia e Poder: Contribuições de Eric Wolf. 2003. Republicado em Revista Etnográfica: Revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, Vol. VII, n. 2, pp. 245-281, 2003.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Antropologias Mundiais: Cosmopolíticas, Poder e Teoria em Antropologia. 2005
RIBEIRO, Gustavo Lins. O Mestiço no Armário e o Triângulo Negro no Atlântico. Para um Multiculturalismo Híbrido. 2006.
RIBEIRO, Gustavo Lins. El Sistema Mundial No-Hegemónico y la Globalización Popular. 2007.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Otras Globalizaciones. Procesos y agentes alter-nativos transnacionales. 2009.
Seguem alguns links para trabalhos on-line de Gustavo Lins Ribeiro, inclussive uma entrevista com Eric Wolf
RIBEIRO, Gustavo Lins. Ambientalismo e Desenvolvimento Sustentado. Nova Ideologia/Utopia do Desenvolvimento, 1992. Republicado em Ciência da Informação 21(1): 23-31, jan/abr, 1992. Também emCaderno de Pesquisa do ISER, Rio de Janeiro, 1993.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Ser e Não Ser. Explorando Fragmentos e Paradoxos das Fronteiras da Cultura, 1993. Republicado In Cláudia Fonseca (org.), Fronteiras da Cultura. Horizontes e Territórios da Antropologia na América Latina, pp. 9-21, Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 1993.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Imobilização e Dispersão da Força de Trabalho. Considerações sobre os modos de expansão concentrada e difusa. 1994. Republicado em Revista Humanidades, Vol. 41, pp. 24-31. Brasília: EDUnB, 1997. Também em A Questão Energética na Amazônia, pp. 349-359. Belém: UFPa, 1996.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Internet e a Emergência da Comunidade Imaginada Transnacional. 1995. Republicado em Revista Sociedade e Estado, vol. 10, pp. 181-191. Brasília: Departamento de Sociologia da UnB, 1995. Republicado em Anais do 6º Colóquio UERJ - Intersecções: A Materialidade da Comunicação, pp. 119-133, Rio de Janeiro: Imago/EDUERJ, 1998.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Globalización y Transnacionalización: Perspectivas Antropologicas y Latinoamericanas. 1996. Republicado em Maguare - Revista del Departamento de Antropologia, Vol. 11-12, pp. 41-57. Santa Fé de Bogotá: Imprenta Universidad Nacional de Colombia, 1996.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Cultura, Ideologia, Poder e o Futuro da Antropologia. Conversando com Eric R. Wolf. 1997. Republicado em Mana (4):1, pp. 153-163. Rio de Janeiro: UFRJ, 1998.
RIBEIRO, Gustavo Lins. A Condição da Transnacionalidade. 1997. Republicado em Revista Brasiliense de Políticas Comparadas, Vol. III n. 1, pp. 117-146, 1999.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Tecnotopia versus Tecnofobia. O Mal-Estar no Século XXI. 1999. Republicado emHumanidades, Vol. 45, pp. 76-87. Brasília: EDUnB, 1999.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Post-Imperialismo. Para una discusión después del post-colonialismo y del multiculturalismo. 2000. Republicado em Daniel Mato (Org.) Estudios Latinoamericanos sobre Cultura y Transformaciones Sociales en Tiempos de Globalización. Buenos Aires: CLACSO, 2001.
RIBEIRO, Gustavo Lins e FELDMAN-BIANCO, Bela. Antropologia e Poder: Contribuições de Eric Wolf. 2003. Republicado em Revista Etnográfica: Revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, Vol. VII, n. 2, pp. 245-281, 2003.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Antropologias Mundiais: Cosmopolíticas, Poder e Teoria em Antropologia. 2005
RIBEIRO, Gustavo Lins. O Mestiço no Armário e o Triângulo Negro no Atlântico. Para um Multiculturalismo Híbrido. 2006.
RIBEIRO, Gustavo Lins. El Sistema Mundial No-Hegemónico y la Globalización Popular. 2007.
RIBEIRO, Gustavo Lins. Otras Globalizaciones. Procesos y agentes alter-nativos transnacionales. 2009.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Prostitutas Cidadãs
Segue o Link para o texto a ser discutido no curso de Antropologia da Saúde. O mesmo é produto de uma pesquisa realizada nos anos ´90 para o Ministério da Saúde, com trabalho de campo realizado nas cidades de Belém e Fortaleza.
Prostitutas Cidadãs
Prostitutas Cidadãs
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Tradições Negras
Com os alunos de Antropologia da Saúde, re-visitamos meu trabalho Tradições Negras Políticas Brancas. O mesmo consiste em um ensaio antropológico-fotográfico onde foram analisados os Quilombos, as Irmandades Negras, Candomblés e Maracatu Nação.
Segue a apresentação de slides que sintetiza o livro.
Tradições Negras e Políticas Brancas
Segue a apresentação de slides que sintetiza o livro.
Tradições Negras e Políticas Brancas
Satereria. Tradição e política Sateré-Mawé
Depois de uma longa espera e um paciente trabalho de editoração está saindo o meu último livro: Satereria, Tradição e política Sateré-Mawé. O mesmo poderá ser adquirido na Editora VALER, www.editoravaler.com.br ou na distribuidora UNILETRAS uniletras@terra.com.br
Como amostra do material, seguem os links para alguns dos capítulos, originalmente publicados na Série Antropologia do PPGAS/DAN/ICS/UnB
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